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Previdência Privada: Como fazer o seu plano?

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Descubra o que é um plano de Previdência Privada e qual mais se adequa a você!

Nesse artigo vamos entender o que é Previdência Privada, quais os tipos que existem e a mais recomendada para o seu perfil.

Dentro dele você poderá entender melhor essa forma de investimento bem como sua rentabilidade, seu risco e a sua tributação, além de descobrir se essa é de fato a melhor alternativa para a sua aposentadoria.

O que é previdência privada?

Previdência privada é uma alternativa de aposentadoria complementar para aquelas pessoas que buscam se aposentar ganhando mais do que a previdência social fornecida pelo serviço público (INSS).

Ele é um tipo de investimento de longo prazo onde o investidor busca acumular recursos durante um período de tempo determinado para que ao final, quando chegar a fase de se aposentar, ele consiga usufruir dos benefícios gerados pela rentabilidade desse investimento.

Para fazer um desses planos privados você inicialmente deve escolher a seguradora que cuidará do seu patrimônio, visando assegurar a solidez da instituição para que no final do seu investimento você não tenha surpresas sobre o capital alocado na empresa. Então deverá escolher o plano de previdência privada que você busca.

Existem 5 principais formas de recolhimento dos benefícios gerados pela previdência:

1. Plano de resgate total: onde o investidor poderá resgatar o valor integral do seu investimento assim que se aposentar.

2. Plano de renda mensal vitalícia: o investidor receberá uma quantia mensal estipulada até o seu falecimento.

3. Plano de renda mensal temporário: o investidor recebe o benefício a partir do momento em que se aposentar até o fim do contrato ou até o seu falecimento (o que acontecer primeiro).

4. Plano de renda mensal vitalício com prazo mínimo: o investidor receberá mensalmente a quantia estipulada da data da sua aposentadoria até o seu falecimento, posteriormente o seu beneficiário passa a recebê-la.

5. Plano de renda mensal vitalício transferível a um beneficiário: o investidor recebe a quantia estipulada a partir da sua aposentadoria até o seu falecimento e, em seguida, uma fração desse benefício passa a ser recebida pelo seu beneficiário até a sua morte.

O valor dos benefícios depende diretamente de:

  • quantia investida
  • período de duração do investimento
  • tipo de previdência
  • e rentabilidade.

Quais são os tipos de previdência privada?

Existem dois tipos de previdência privada:

1) PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre)

É um plano recomendado para investidores que possuem rendas elevadas, pois você pode utilizá-lo para a dedução de suas contribuições em sua base de cálculo para o imposto de renda, sendo seu limite estipulado em 12% da renda bruta anual do investidor.

Esse tipo de investimento é recomendado para os contribuintes que são tributados na fonte e declaram seu imposto de renda pelo formulário completo. Sendo assim, para um investidor que acumulou durante 30 anos 500 mil reais e deverá pagar imposto, a partir do momento que começar a usufruir do benefício, sobre o valor total da aplicação e não somente sobre o seu rendimento.

2) VGBL ( Vida Gerador de Benefício Livre)

Essa forma de investimento não pode ser abatida do imposto de renda e é indicada para os contribuintes que declaram IR de forma simplificada, para profissionais autônomos que não possuem recolhimento em fonte ou para aqueles que buscam aplicar mais que 12% da sua renda anual na previdência.

Ele é uma mistura de previdência privada e seguro, cuja tributação incide apenas sobre a rentabilidade do patrimônio investido. Se para um patrimônio de 500 mil reais a rentabilidade foi de 50 mil reais, o imposto incidirá apenas sobre o último valor.

Esse plano tem a vantagem da agilidade que ele garante ao beneficiário em relação ao recebimento do benefício, pois ele não é incluso como bem em um inventário, ao contrário dos fundos de investimento. Além disso, ele economiza impostos no curto prazo.

Alternativas à previdência privada: quais as outras opções?

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Investindo em previdência privada, o investidor pode precisar arcar com taxas de carregamento e taxas de administração que podem corroer a rentabilidade da sua aplicação. Além disso, a rentabilidade dessa forma de investimento fica sujeita a performance do gestor sobre o patrimônio, o que implica num rendimento incerto, podendo até mesmo ser negativo.

Visando melhorar a sua rentabilidade e incorrer em menos riscos surgem formas de investimentos alternativas as da previdência, como a renda fixa, que é um investimento livre de risco e que pode possuir uma rentabilidade fixa dentro do prazo estipulado. São exemplos:

As vantagens dos investimentos em renda fixa e até mesmo em aprender a investir na bolsa de valores são muitos, tais como:

  • Ampliação das oportunidades de investimento, proporcionando um maior leque de oportunidades para o investidor (como o day trade de ações e os contratos futuros) e gerando um ganho com a diversificação dos seus investimentos.
  • Melhores rendimentos, pois ao contrário dos fundos de previdência onde temos que arcar com taxas, essas formas de investimento possuem uma rentabilidade mais elevada e não precisam ser deduzidas de valores adicionais.
  • A incidência dos impostos em relação aos investimentos em PGBL e VGBL são inferiores, aumentando ainda mais o resultado final do investimento.

Portanto, existem inúmeras formas de investir pensando na sua aposentadoria.

Ainda permaneceu alguma dúvida ou algum questionamento sobre o assunto? Deixe o seu recado abaixo para a nossa equipe de analistas que esclareceremos todas as suas dúvidas.

Aproveite para ver os melhores investimentos do ano!

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